Browsing All posts tagged under »devir«

Os paradoxos sobre a relação

janeiro 26, 2013 por

0

este post busca conectar-se ao post: Natureza Infantil: do “ser” criança ao devir criança (postado anteriormente neste blog), e desenvolverá  melhor filosoficamente o tema das relações. comporá com um próximo post (a ser postado no próximo mês) linhas de fuga e outras possibilidades para se pensar o conceito de infância, articulando pensamentos filosóficos, fílmicos e […]

Natureza Infantil: do “ser” criança ao devir criança

agosto 22, 2012 por

0

Parece existir um certo assombro na instituição escolar no que diz respeito aos termos -infância e criança, quando sentidos fora de suas teorias. O fantasma da natureza humana boa persiste a rondar a cabeça dos envoltos no processo educacional, sejam estes: pais, professores, coordenadores, orientadores…, e tais palavras-conceitos colocam-se como que fundados na origem do […]

pensamentos despretensiosos

março 22, 2012 por

3

cala. consente o silêncio. ouve o murmúrio. inefável mundo dos sentidos. “homens de responsabilidade”, como eram para nietzsche os filósofos, é o que deveríamos ser diante da vida, incluída nela a profissão, sobretudo, quando se trata do ofício de ensinar. nossa tarefa seria, portanto, pensar, inventar palavras e ações, produzir acontecimentos, por pequenos que fossem, […]

vozes que constituem o olhar

setembro 15, 2011 por

1

texto escrito por Nádia Karina Cury Olhar muitas vezes para o mundo, mas olhar de maneiras diferentes ao viver intensamente o tempo. Já acreditei na verdade decidida pelo outro. Quando vozes me diziam que o movimento estudantil fora Collor era fruto de pensamento humano, de criação coletiva. A luta contra a ditadura na década de […]

e o mestre da leitura, para onde olha?

setembro 9, 2011 por

0

“a escrita de Nietzsche cria um mestre da leitura ou, o que é o mesmo, um mestre de dança, um incitador à aventura, um educador do homem por vir a ser. (…) suas virtudes: fazer emudecer ao que é ruidoso, ensinar a escutar ao que se compraz a si mesmo, dar novos desejos às almas […]